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Mestrado em Promoção da saúde - Unicesumar
Mestrado em Promoção da saúde
MESTRADO EM PROMOÇÃO DA SAÚDE UNICESUMAR

Estrutura do programa

Área de concentração: Promoção da Saúde

A Promoção da Saúde é um mecanismo que visa o fortalecimento de uma política transversal, integrada e intersetorial, que promove o diálogo entre vários setores, não exclusivamente o setor da saúde, mas também com a sociedade compondo redes de compromisso e co-responsabilidade na formulação de propostas e ações para garantir a qualidade de vida da população. Como afirma o documento do Plano Nacional de Promoção da Saúde, para tanto, deve haver uma articulação “sujeito/coletivo, público/privado, estado/sociedade, clínica/política, setor sanitário/outros setores, visando romper com a excessiva fragmentação na abordagem do processo saúde-adoecimento e reduzir a vulnerabilidade, os riscos e os danos que nele se produzem.” (BRASIL, 2006, p. 15).

Portanto, a proposição deste programa de pós-graduação em Promoção da Saúde surgiu da constatação da necessidade de uma abordagem interdisciplinar em torno das problemáticas regionais que dificultam/impedem a melhoria da qualidade de vida da população do ponto de vista da saúde.

LINHA DE PESQUISA

PROMOÇÃO DA SAÚDE E ENVELHECIMENTO ATIVO

Nesta linha de pesquisa, nos propomos a pesquisar e promover a integração entre saúde e educação. Buscaremos a intersecção dos saberes acumulados por tais campos, uma vez que os processos educativos e os de saúde incluem tanto conscientização e autonomia quanto a necessidade de ações coletivas e de fomento à participação.

Pesquisas

Estilo de vida e fatores biológicos no processo de envelhecimento

O envelhecimento da população na atualidade é considerado um tema de forte relevância no Brasil. Envelhecimento ativo é definido como o crescimento da população idosa que se encontra ativa, ou seja, participando politicamente e economicamente na sociedade, resultante da melhora na qualidade de vida do idoso. O presente trabalho tem o intuito estudar a influência dos estilos de vida no envelhecimento, investigando fatores biológicos, hábitos alimentares e de higiene na prevenção das zoonoses, utilização de plantas medicinais, bem como fatores socioeconômicos na qualidade de vida do idoso.

OBJETIVO GERAL

Estudar os fatores relacionados ao processo de envelhecimento na região da AMUSEP.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Entender os fatores biológicos e as modificações orgânicas que contribuem para o envelhecimento
  • Investigar os hábitos alimentares e de higiene na prevenção de zoonoses
  • Estudar o uso das plantas medicinais e alimentos funcionais pela população idosa
  • nvestigar os fatores econômicos e sociais no envelhecimento
  • Investigar os estilos de vida da população idosa

Coordenadora: profª. Drª Mirian Ueda Yamaguchi

Espaços e práticas que estimulam a inserção social do idoso

Segundo a Organização Mundial da Saúde, até o ano de 2025 o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. A expectativa média de vida da população no Brasil aumentou juntamente com os desafios do envelhecimento com qualidade de vida. Para uma maior qualidade de vida devem-se levar em consideração diversos critérios de natureza biológica, psicológica e sócio estrutural, já que muitos elementos são apontados como determinantes ou indicadores de um envelhecimento ativo. Dentre eles a longevidade, saúde biológica, saúde mental, satisfação, controle cognitivo, competência social, produtividade, eficácia cognitiva, status social, continuidade de papéis familiares e ocupacionais e continuidade de relações informais com amigos. Com o intuito de contribuir para a implementação de ações que visam contribuir para o envelhecimento ativo da população, o presente projeto visa pesquisar fatores biológicos, sociais, psicológicos, econômicos, cultural e estilo de vida da população idosa, a fim de identificar a ações necessárias para o envelhecimento com bem-estar físico, mental e social. Este projeto definiu como questão estruturante analisar as repercussões/impactos de ações de promoção à saúde do idoso no envelhecimento ativo, abordando a sob dois enfoques prioritários: 1) Espaços e práticas que estimulam a inserção social do idoso, 2) Estilo de vida e fatores biológicos no processo de envelhecimento. Em termos de conceitos teóricos, o projeto irá abordar os conceitos de envelhecimento ativo, idoso, qualidade de vida, nutrição, mobilidade, grupos e redes sociais, fitoterápicos, atividades físicas, políticas públicas para a terceira idade e biologia do envelhecimento.

OBJETIVO GERAL

Estudar os espaços e as práticas que estimulam a inserção social do idoso

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Avaliar a prática nas ATI's na promoção da saúde
  • Estudo das potencialidades das redes sociais na inserção social do idoso
  • Analisar os programas de atividade física relacionados aos idosos
  • Estudar o uso das tecnologias digitais na inclusão digital dos idosos

Coordenadora: profª. Drª Sonia Maria M. G. Bertolini



LINHA DE PESQUISA

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE

Nesta linha de pesquisa, ocorrem investigações em dois eixos: na busca por alternativas aos problemas e ações relacionadas às políticas e práticas quanto de promoção da saúde envolvendo aspectos físicos e psíquicos em ambientes educativos - não necessariamente “escolar” e, problemas e ações envolvendo o desenvolvimento, o uso e a avaliação de tecnologias, incluindo aquelas específicas da comunicação, para a promoção da saúde. Também prevê o desenvolvimento de produtos tecnológicos para a Promoção da Saúde. Esses dois eixos podem estar articulados para buscar alternativas tecnológicas relacionadas ao bem-estar físico e psíquico.

Pesquisas

Responsabilidade social da escola na promoção da saúde

Este projeto de pesquisa tem como questão estruturante analisar o impacto da educação em saúde na escola para a promoção da saúde. Esta problemática será abordada sob dois enfoques prioritários: 1) Educação para saúde na formação integral do indivíduo e na 2) Responsabilidade social da escola na promoção da saúde. Adotamos para esta pesquisa, o tratamento de alguns conceitos, os quais farão parte das discussões e subprojetos, quais sejam: infância, adolescência, nutrição, obesidade/sobrepeso, educação, educação em saúde, meios de comunicação, atividade física, escola, cultura, responsabilidade social, formação integral.

OBJETIVO GERAL

Estudar e propor ações de responsabilidade social que envolvam Promoção da Saúde nas Escolas Municipais integrantes da AMUSEP como estratégia para a construção da Escola Promotora da Saúde.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Investigar o estado nutricional dos escolares para reduzir riscos a saúde relacionados a alimentação e nutrição
  • Avaliar a alimentação no ambiente escolar
  • Formular ações, intervenções e estratégias que promovam práticas alimentares saudáveis nas escolas.
  • Estudar a composição química e biológica de alimentos das escolas municipais integrantes da AMUSEP
  • Estudar e propor intervenções, estratégias em torno dos Temas Transversais
  • Avaliar e propor ações que promovam práticas ambientais saudáveis nas escolas
  • Produzir material didático-pedagógico de apoio as ações e Promoção da Saúde

Coordenador: Prof. Drª Sônia Cristina Soares Dias Vermelho



DISCIPLINAS DE NÚCLEO COMUM

Método e prática de pesquisas interdisciplinares

Obrigatória: sim
Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

A pesquisa como forma de produção do conhecimento: aspectos conceituais, metodológicos. Métodos qualitativos. Métodos quantitativos. Estruturação de pesquisa interdisciplinar. Subsídios para a elaboração da pesquisa. Questões éticas. Normas e diretrizes do Conselho Nacional de Saúde. Produção e divulgação do conhecimento científico.

Referências Bibliográficas:

ALVES A.J., MAZZOTTI, G. F., O método nas ciências naturais e sociais: A pesquisa quantitativa e qualitativa, São Paulo: Pioneira, 1998.
ALVES-MAZZOTTI, A. J., GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira,1998.
BARRETTO, Margarita. Discusiones sobre el extrañamiento en la investigación socio-antropológica? Cuadernos de Epistemología de las Ciencias Sociales n. 6. Universidad de Buenos Aires, Facultad de Filosofía y Letras, 2000, pp.25-33.
COSTA, Solange Fátima Geraldo e outros. Metodologia da pesquisa: coletânea de termos. João Pessoa: Idéia, 2000.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 5.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. SP: Atlas, 1983.
EZPELETA J., ROCKWELL,E. Pesquisa Participante São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1989.
FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. 5.ed. São Paulo, Loyola, 2002.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do Saber. Belo Horizonte/Porto Alegre: UFMG/Artmed, 1999.
LEFÉVRE, Fernando; LEFÈVRE, Ana M.C.; TEIXEIRA, Jorge J. - O discurso do Sujeito Coletivo. Uma nova abordagem metodológica em pesquisa qualitativa. Caxias do Sul: EDUCS, 2000.
Manuel Ayres, Manuel Ayres Jr, Daniel Lima Ayres, Alex Santos dos Santos, BioEstat ? Aplicações estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas. Sociedade Civil Mamiraurá, MCTCNPq, 1998.
MARCONI M. A. & LAKATOS, E. M. (2000 3º ed.) Metodologia Científica São Paulo: Atlas.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 2. ed. São Paulo, Martins Fontes, 1999.
MINAYO M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7ª. Edição, SP, Hucitec, 2000.
MINAYO, Cecilia de S. Pesquisa Social. Teoria, Método e Criatividade, Petrópolis. Vozes, 2001.
MORAES, Marieta de. História Oral. RJ: Diadorim/FINEP, 1994.
RICHARDSON, Roberto J et al. Pesquisa Social. Métodos e Técnicas, SP. Atlas, 1999.
SEVERINO A. J., Metodologia do trabalho científico São Paulo: Cortez, 2002 (22º ed).
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1992.
THOMPSON, Paul. The voice of the past. Oral history. London:Oxford Univ Press, 1978.
TURATO, E. R., Tratado da Metodologia da Pesquisa Clínico-Qualitativa Construção teórico- epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas da saúde e humanas .Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR

Políticas públicas em saúde

Obrigatória: sim
Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Saúde publica no Brasil: histórico, mudanças econômicas, sociais e políticas na saúde. Programas governamentais. Construção e evolução do Sistema Único de Saúde (SUS). Políticas de saúde para o século XXI. Longevidade e o impacto sobre o SUS.

Referências Bibliográficas:

BERTOLLI FILHO, C. História da Saúde Pública No Brasil. 4. ed. São Paulo: Ática, 2000.
CECÍLIO, L. C. O. (org.) Inventando a mudança na saúde. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1997. Saúde em Debate 73, Série Didática.
GERALDES, P. C. A saúde coletiva de todos nós. Rio de Janeiro: Revinter, 1992.
MÉLO, M. L. C. As políticas de capacitação de recursos humanos em saúde: análise de um sistema local. Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana, 2001.
MERHY, E. E.; ONOCKO, R. (org.) Agir em saúde: um desafio para o público. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1997. Saúde em Debate 108, Série Didática 6.
ROCHA, A. A; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
SCLIAR, M. Do mágico ao social: trajetória da saúde pública. 2. ed. São Paulo: Senac, 2005.
SILVA, M. G. C. Saúde pública: auto-avaliação e revisão. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR.

Promoção da saúde: aspectos conceituais, históricos e ambientais

Obrigatória: sim
Carga Horária: 60
Créditos: 4

Ementa

Política de promoção da saúde. Documentos históricos. Áreas e forma de atuação. Aspectos biológicos e genéticos. Aspectos socioeconômicos. Aspectos ambientais. Práticas de promoção da saúde como processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde.

Referências Bibliográficas:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política nacional de promoção da saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. ? Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 60 p. ? (Série B. Textos Básicos de Saúde)
NEVES, D. P., MELO, A. L., LINARDI, P. M. & VITOR, R. W. A. 2005. Parasitologia Humana. 11ª ed.. Editora Atheneu, São Paulo, 494 p.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Carta de Ottawa, 1986
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração de Adelaide, 1988
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração de Alma-Ata, 1978
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração de Jacarta, 1997
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração de Sundsvall, 1991
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Declaração do México, 2000
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Rede de Megapaíses, 1986
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Declaração de Santafé de Bogotá, 1992
PAVANELLI, G.C., EIRAS, J.C. TAKEMOTO, R., 2008. Doenças de Peixes. Profilaxia, Diagnóstico e Tratamento. Editora da Universidade Estadual de Maringá, 3a Ed. 264 pp.
PESSÔA, S.B. & MARTINS, A.V., 1992. Parasitologia Médica. Editora Guanabara Koogan, 11 a ed., 872 pp.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR.

Atividades interdisciplinares I

Obrigatória: sim
Carga Horária: 30
Créditos: 2

Ementa

Esta atividade tem por objetivo analisar a contribuição dos diversos campos disciplinares para a Promoção da Saúde, a partir de reflexões e práticas numa perspectiva interdisciplinar. Nas Atividades Interdisciplinares I, que ocorre no primeiro semestre do curso, os alunos entram em contato com as pesquisas interdisciplinares por meio de leitura e discussão dos estudos desenvolvidos e em desenvolvimento, faz estudos teóricos e metodológicos para a definição de um quadro conceitual visando recortes físicos, espaciais e temporais. Além disso, as atividades incluem a elaboração de grade de orientação para levantamento de dados, informações e categorias comparativas de análise. Devido suas peculiaridades, as atividades interdisciplinares desenvolvem-se por meio de seminários, oficinas, palestras, estudos dirigidos, discussões, reuniões, visitas técnico-científicas, entre outros.

Referências Bibliográficas:

ALVES A.J., MAZZOTTI, G. F., O método nas ciências naturais e sociais: A pesquisa quantitativa e qualitativa, São Paulo: Pioneira, 1998.
ALVES-MAZZOTTI, A. J., GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira,1998.
AYRES, M., AYRES JR, M., AYRES, D. L., SANTOS, A.. BioEstat ? Aplicações estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas. Sociedade Civil Mamiraurá, MCTCNPq, 1998.
BARRETTO, Margarita. Discusiones sobre el extrañamiento en la investigación socio-antropológica? Cuadernos de Epistemología de las Ciencias Sociales n. 6. Universidad de Buenos Aires, Facultad de Filosofía y Letras, 2000, pp.25-33.
COSTA, Solange Fátima Geraldo e outros. Metodologia da pesquisa: coletânea de termos. João Pessoa: Idéia, 2000.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 5.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. SP: Atlas, 1983.
EZPELETA J., ROCKWELL,E. Pesquisa Participante São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1989.
FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. 5.ed. São Paulo, Loyola, 2002.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do Saber. Belo Horizonte/Porto Alegre: UFMG/Artmed, 1999.
LEFÉVRE, Fernando; LEFÈVRE, Ana M.C.; TEIXEIRA, Jorge J. - O discurso do Sujeito Coletivo. Uma nova abordagem metodológica em pesquisa qualitativa. Caxias do Sul: EDUCS, 2000.
MARCONI M. A. & LAKATOS, E. M. (2000 3º ed.) Metodologia Científica São Paulo: Atlas.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 2. ed. São Paulo, Martins Fontes, 1999.
MINAYO M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7ª. Edição, SP, Hucitec, 2000.
MINAYO, Cecilia de S. Pesquisa Social. Teoria, Método e Criatividade, Petrópolis. Vozes, 2001.
MORAES, Marieta de. História Oral. RJ: Diadorim/FINEP, 1994.
RICHARDSON, Roberto J et al. Pesquisa Social. Métodos e Técnicas, SP. Atlas, 1999.
SEVERINO A. J., Metodologia do trabalho científico São Paulo: Cortez, 2002 (22º ed).
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1992.
THOMPSON, Paul. The voice of the past. Oral history. London:Oxford Univ Press, 1978.
TURATO, E. R., Tratado da Metodologia da Pesquisa Clínico-Qualitativa Construção teórico- epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas da saúde e humanas .Rio de Janeiro: Vozes, 2003.

Atividades interdisciplinares II

Obrigatória: sim
Carga Horária: 30
Créditos: 2

Ementa

Esta atividade tem por objetivo analisar a contribuição dos diversos campos disciplinares para a Promoção da Saúde, a partir de reflexões e práticas da construção da perspectiva interdisciplinar. As Atividades Interdisciplinares II, que ocorrem no segundo semestre, os alunos passam por diferentes níveis de estudo e análise de temas ligados a linha à qual está integrado. Visa a construção de um projeto de pesquisa interdisciplinar da turma, ao qual se articularão os projetos individuais de dissertação, a execução de processos interdisciplinares e coletivos de pesquisa, ligados ao projeto comum e a discussão coletiva dos resultados parciais das dissertações. Nesta atividade tem-se a definição das questões de pesquisa para o projeto comum e hipóteses preliminares; Levantamento de dados pretéritos, realização de entrevistas e visitas a campo para caracterização do problema de estudo; definição de uma problemática comum de pesquisa, para a elaboração dos projetos individuais de dissertação. Devido suas peculiaridades, as atividades interdisciplinares desenvolvem-se por meio de seminários, oficinas, palestras, estudos dirigidos, discussões, reuniões, visitas técnico-científicas, entre outros.

Referências Bibliográficas:

ALVES A.J., MAZZOTTI, G. F., O método nas ciências naturais e sociais: A pesquisa quantitativa e qualitativa, São Paulo: Pioneira, 1998.
ALVES-MAZZOTTI, A. J., GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira,1998.
AYRES, M., AYRES JR, M., AYRES, D. L., SANTOS, A.. BioEstat ? Aplicações estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas. Sociedade Civil Mamiraurá, MCTCNPq, 1998.
BARRETTO, Margarita. Discusiones sobre el extrañamiento en la investigación socio-antropológica? Cuadernos de Epistemología de las Ciencias Sociales n. 6. Universidad de Buenos Aires, Facultad de Filosofía y Letras, 2000, pp.25-33.
COSTA, Solange Fátima Geraldo e outros. Metodologia da pesquisa: coletânea de termos. João Pessoa: Idéia, 2000.
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 5.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. SP: Atlas, 1983.
EZPELETA J., ROCKWELL,E. Pesquisa Participante São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1989.
FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade: um projeto em parceria. 5.ed. São Paulo, Loyola, 2002.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do Saber. Belo Horizonte/Porto Alegre: UFMG/Artmed, 1999.
LEFÉVRE, Fernando; LEFÈVRE, Ana M.C.; TEIXEIRA, Jorge J. - O discurso do Sujeito Coletivo. Uma nova abordagem metodológica em pesquisa qualitativa. Caxias do Sul: EDUCS, 2000.
MARCONI M. A. & LAKATOS, E. M. (2000 3º ed.) Metodologia Científica São Paulo: Atlas.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. 2. ed. São Paulo, Martins Fontes, 1999.
MINAYO M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7ª. Edição, SP, Hucitec, 2000.
MINAYO, Cecilia de S. Pesquisa Social. Teoria, Método e Criatividade, Petrópolis. Vozes, 2001.
MORAES, Marieta de. História Oral. RJ: Diadorim/FINEP, 1994.
RICHARDSON, Roberto J et al. Pesquisa Social. Métodos e Técnicas, SP. Atlas, 1999.
SEVERINO A. J., Metodologia do trabalho científico São Paulo: Cortez, 2002 (22º ed).
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1992.
THOMPSON, Paul. The voice of the past. Oral history. London:Oxford Univ Press, 1978.
TURATO, E. R., Tratado da Metodologia da Pesquisa Clínico-Qualitativa Construção teórico- epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas da saúde e humanas .Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR.



DISCIPLINAS ESPECÍFICAS

LINHA DE PESQUISA

PROMOÇÃO DA SAÚDE E ENVELHECIMENTO ATIVO

Mobilidade e motricidade na terceira idade

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Alterações morfológicas, Sistema musculoesquelético, cardiovascular, nervoso, digestório e aparelho urogenital. Normas e políticas de acessibilidade. Motricidade e terceira idade. Atividades físicas e motoras voltadas para o indivíduo da terceira idade.

Referências Bibliográficas:

AINBRIDGE, L.A. A cognição e a aprendizagem. In: Fisioterapia na terceira idade. 2. ed. São Paulo: Santos, 2000, p. 95-106.
BEAUVOIR, S. A força da idade. 2. ed. Rio De Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
BEAUVOIR, S. A Velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
BELTRAMI, D.M. e LOPES, M.I.S. Os novos velhos/aposentados do novo século: educação corporal e memória social. Maringá: Revista da Educação Física da UEM. V. 12, n.1, p. 41-46
BRASIL. Estatuto do Idoso. Brasília, 2003 ( no prelo).
CHOPRA, D. Corpo sem idade: mente sem fronteiras.: A alternativa quântica para o envelhecimento. 7 ed. Rio de janeiro: Rocco, 1997.
DANTAS, Estélio e OLIVEIRA, Ricardo. Exercício, Maturidade e Qualidade de Vida. Rio de Janeiro: Shape, 2003
FOSS, M.L. Bases fisiológicas do exercício e do esporte. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2000.
FRANKLIN, Barry e GRAVES, James. Treinamento Resistido na Saúde e Reabilitação. Rio de Janeiro: Revinter, 2006
FREITAS, E.V.et al. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
GARCEZ LEMA, L.E. O envelhecimento. São Paulo: Contexto. 1997.
HAMIL, J. KNUTZEN, K.M. Bases biomecânicas do movimento humano. São Paulo: Manole, 1999.
LE BOULCH, J. Educação Psicomotora. 2º ed. Porto Alegre: Artes médicas, 1988.
MATSUDO, S. Avaliação do idoso.Londrina: Midiograf, 2004
MATSUDO, S. Envelhecimento e atividade física. Londrina: Midiograf, 2001.
MATSUDO, Sandra. Avaliação do Idoso ? Física e Funcional- Londrina: Midiograf, 2004
MINAYO, M.C.S. Tratado de saúde coletiva. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006.
MOREIRA, C. A. Atividade Física na maturidade.Rio de Janeiro: Shape, 2001
PAPALÉU , N.M. Tratado de gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2007.
RAUCHBACH, Rosemary. A Atividade Física Para a Terceira Idade: Envelhecimento Ativo, uma proposta para a vida. Londrina: Midiograf, 2001;
SCHUMWY-COOK,A.WOOLACOTT. Controle motor. São Paulo. Manole, 2003.
SHEPARD, Ray J. Envelhecimento, atividade física e saúde. São Paulo: Phorte, 2003
SILVA, O.L. Semiologia do aparelho locomotor. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
TORTORA, G.J. GRABOWSKI, S.R. Princípios de anatomia e fisiologia. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR.

Práticas alimentares na terceira idade

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Plantas medicinais e Planejamento de Hortas Comunitárias em pequenas propriedades. Alimentos funcionais. Aspectos dietéticos. Relação entre alimentação, renda e orçamento familiar. Hábitos alimentares.

Referências Bibliográficas:

JACOB FILHO, W. Fatores determinantes do envelhecimento saudável. BIS, Bol. Inst. Saúde (Impr.) nº. 47, São Paulo Abr, 2009.
RAMOS, L.R. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, São Paulo. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3): 793-798 mai-jun, 2003.
NOGUEIRA,S.L.etal.Fatores determinantes da capacidade funcional em idosos longevos. Rev. bras. fisioter. [online]. 2010, vol.14, n.4, pp. 322-329. Epub Sep 03, 2010.
VERAS, R. Em busca de uma assistência adequada à saúde do idoso: revisão da literatura e aplicação de um instrumento de detecção precoce e de previsibilidade de agravos. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 19(3): 705-715, mai-jun, 2003.
ROSA, T.E.C et al. Fatores determinantes da capacidade funcional entre idosos. Rev. Saúde Pública, 37(1): 40-8, 2003.
D´ORSI, E.; XAVIER, A. J.; RAMOS, L. R. Trabalho, suporte social e lazer protegem idosos da perda funcional: Estudo Epidoso. Rev Saúde Pública 45(4):685-92, 2011
FREITAS, E. V.; PY, L.; NÉRI, A. L.; CANÇADO, F. A. X.; GORZONI, F. A. X.;ROCHA, S. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
CAMPOS, M.T.F.S.; MONTEIRO, J.B.R.; ORNELAS, A.P.R.C. Fatores que afetam o consumo alimentar e a nutrição do idoso. Rev. Nutr., Campinas, 13(3): 157-165, set.,/dez., 2000
LIMA-FILHO et al. Comportamento alimentar do consumidor idoso. Revista de Negócios, Blumenau, v. 13, n. 4 p. 27 – 39, 2008
Los hábitos alimentarios en el adulto mayor y su relación con los procesos protectores y deteriorantes en salud. Rev Chil Nutr Vol. 33, Nº3, Diciembre , 2006
LICHTENSTEIN et al. Modified MyPyramid for older adults. J Nutr. 138:5–11.2009
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Alimentação saudável para a pessoa idosa: um manual para profissionais de saúde / Ministério da saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009
CERVATO et al . Educação nutricional para adultos e idosos: uma experiência positiva em Universidade Aberta para a Terceira Idade. Rev. Nutr. [online]. vol.18, n.1, pp. 41-52. ISSN 1415-5273. 2005.
PIRLICH, M.; LOCHS, H. Nutrition in elderly. Best practice & Research Clinical Gastroentorology. 2001; 15(6): 869-884.
BARBOSA, R.M.S; COLARES, L. G. T.; SOARES E. A. Desenvolvimento de guias alimentares em diversos países. Rev. Nutr., Campinas,
21(4): 455-467, jul./ago., 2008.
XAVIER, A. J.; D´ORSI, E.; SIGULEM, D.; RAMOS, L. R. Orientação temporal e funções executivas na predição de mortalidade entre idosos: estudo Epidoso. Rev. Saúde Pública [online]. 2010, vol.44, n.1, pp. 148-158. ISSN 0034-8910.
ALVES, L.S; RODRIGUES R.N. Determinantes s da autopercepção de saúde entre idosos do Município de São Paulo, Brasil. Rev Panam Salud Publica. 17(5/6):333–41, 2005.
MORAES, F. P.; COLLA, L. M. Alimentos funcionais e nutracêuticos: definições legislação e benefícios à saúde. Revista Eletrônica de Farmácia .Vol 3 (2), 99-112, 2006
SOUZA, L. de M.; MACHADO, C. J. A Insegurança alimentar em domicílios com idosos – Minas Gerais, 2004. Anais do XIV Seminário sobre a Economia Mineira [Proceedings of the 14th Seminar on the Economy of Minas Gerais]. Belo Horizonte: UFMG/CEDEPLAR. 2010. Disponível em http://econpapers.repec.org/bookchap/cdpdiam10/058.htm Acessado em 29/08/2011.

Grupos e redes sociais

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Conceito de envelhecimento ativo. Política Nacional do Idoso. Estatuto do idoso. Entorno saudável ao idoso. Fatores Biológicos, Econômicos, Sociais e Culturais do envelhecimento. Saúde bucal.

Referências Bibliográficas:

ARAUJO, Sílvia M. P. de. Eles: a cooperativa; um estudo sobre a ideologia da participação.
Curitiba: IGP Ltda., 1982. 215p. (Estudos Paranaenses).
BAVA, Silvio Caccia. Tecnologia Social: uma estratégia para o desenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundação Banco do Brasil, 2004.
BERNARDO ROCHA, Eliza E. R. O cooperativismo agrícola em transição ? dilemas e perspectivas. Campinas: IE/UNICAMP, 1999 (tese de doutorado).
BRUNETTO, Osvaldo. Discussão sobre estruturas agroindustriais menores e descentralizadas. In: Forum da Pequena Produção e Desenvolvimento Agroindustrial I. 1991, Chapecó (SC), p.35-40.
LEÃO, Lucia (org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: SENAC, 2005.
LÉVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 1996.
LIMBERGER, E. Importância da educação cooperativista. Perspectiva Econômica, 1979, 8(20): 19-26.
MIGUEL, Denise Soares e FORTES, Priscila Rodrigues. Tecnologia e Educação: transformando informação em conhecimento. Revista UDESC em Ação: extensão, cultura e comunidade. Florianópolis, vol. 1, nº 1, 2007.
MAIA, I. Cooperativa e prática democrática. São Paulo, Cortez Editora, 1985, 112p.
NOGUEIRA-COUTO, R.H., COUTO, L.A. Apicultura: manejo e produtos. Jaboticabal: FUNEP-UNESP, 1996. 154 p.
PELIANO, Anna Maria. T.M. (coord). O mapa da fome: subsídios à formulação de uma política de segurança alimentar. Brasilia: IPEA, 1993 (Doc. De Política, 14)
RECUERO, Raquel. Redes sociais na Internet. Porto Alegre:Ed. Meridional, 2010. 107p.
SANTAELLA, Lúcia. Navegar no ciberespaço: o perfil cognitivo do leitor imersivo. São Paulo: Paulus, 2004.
SINGER, Paul. Globalização e desemprego ? diagnósticos e alternativas. São Paulo: Contexto, 1999.
TROTA, Stefano. L?indústria di trasformazione dei prodotti agricoli in Provincia di Modena. In: Rapporto sull agricoltura modenense: un? analisi sul settore agricolo in Provincia di Modena in previsione del Piano Agroalimentare. Assessorato Agricoltura , Provincia di Modena , Italia, Março 1995.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR.

Envelhecimento ativo

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Conceito de envelhecimento ativo. Política Nacional do Idoso. Estatuto do idoso. Entorno saudável ao idoso. Fatores Biológicos, Econômicos, Sociais e Culturais do envelhecimento. Saúde bucal.

Referências Bibliográficas:

ASSIS, Mônica. Promoção da Saúde e envelhecimento: orientações para o desenvolvimento de ações educativas com idosos. Rio de Janeiro: CRDE UnATI UERJ, 2002. (Série Livros Eletrônicos Programas de Atenção à Idosos).
BERQUÓ, E., Algumas considerações demográficas sobre o envelhecimento da população no Brasil ? trabalho apresentado no Congresso Internacional sobre Envelhecimento Populacional ? uma agenda para o fim do século, mimeo, Brasília, 1998.
CAMARANO, A. A. (Org.). Muito além dos 60: os novos idosos brasileiros., Rio de Janeiro, Ipea, 1999.
DINIZ, D., COSTA, S., Morrer com dignidade: um direito fundamental, in Camarano, A.A. (org.), Os novos idosos brasileiros, muito além dos 60?, Rio de Janeiro, Ipea, 2004.
GIAMBIAGI, F., Reforma da Previdência, o encontro marcado ? a difícil escolha entre nossos pais e nossos filhos. Rio de Janeiro, Elsevier, 2007.
GOLDONI, A.M., Contratos intergeracionais e reconstrução do Estado de bem-estar. Por que se deve repensar essa relação para o Brasil?, in Camarano, A.A. (org.), Os novos idosos brasileiros, muito além dos 60?, Rio de Janeiro, Ipea, 2004.
HARMAN, D. (2001) Aging: overview. Ann N Y Acad Sci 928:1-21.
KIRKWOOD, T.B. (2005) Understanding the odd science of aging. Cell 120(4):437-47.
NERI, M., CARVALHO, K., CORSI, A., Motivações financeiras para as pessoas da terceira idade, in Camarano, A.A. (org.). Os novos idosos brasileiros, muito além dos 60?, Rio de Janeiro, Ipea, 2004.
OPAS - Organização Pan?Americana da Saúde (OPAS). Envelhecimento ativo: uma política de saúde. 2005.60p.
PAIXÃO JR, Reichenheim ME. Uma revisão sobre instrumentos de avaliação do estado funcional do idoso. Cad Saúde Publica. 2005; 21(1): 7-19.
PEIXOTO, Clarice E.; CLAVAIROLLE, F. Envelhecimento, políticas sociais e novas tecnologias. São Paulo, Editora FGV, 2005.
QUEIROZ, Z. Cuidando do idoso: uma abordagem social. O Mundo da saúde. 2000; 24 (4): 246-8.
RAMOS, LR. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso. Cad Saúde Pública.2003; 19(3): 793-797.
RIOS-NETO, E.L.G., A formação profissional na área de economia e o envelhecimento populacional brasileiro, palestra conferida no seminário. Educação Superior e envelhecimento populacional no Brasil. Secretaria de Ensino Superior/Capes, Brasília-DF, 2005.
RODWIN, V.G., GUSMANO, M.K., The world cities project: rationale, organization and design for comparasion of megacities health systems, New York, Journal of Urban Health: Bulletin of The New York Academy of Medicine, 2002.
ROSA, TEC, Benicio MHD, Latorre MRDO. Fatores determinantes da capacidade funcional entre idosos. Rev Saúde Pública. 2003; 37(1):40-48.
SANTOS, S.M.A., Idosos, família e cultura ? um estudo sobre a construção do papel do cuidador, Campinas, SP, Editora Alínea, 2003.
SILVA, MC. O processo de envelhecimento no Brasil: desafios e perspectivas. In: Textos sobre Envelhecimento [periódico na internet]. 2005 [acesso em 12 outubro 2008]; 8 (1). Disponível em: http://www.unati.uerj.br/tse/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-
59282005000100004&lng=pt&nrm=iso
VAUPEL, J.W. (2010) Biodemography of human ageing. Nature 464(25):536-42.
VERAS, R. Terceira idade, gestão contemporânea em saúde. Rio de Janeiro, Editora Relume-Dumará/UnATI, 2002.
WAJNMAN, S., OLIVEIRA, A.M.H.C., OLIVEIRA, E.L., A atividade econômica dos idosos no Brasil in Camarano, A. A. (Org.) . Muito além dos 60: os novos idosos brasileiros., Rio de Janeiro, Ipea, 1999.
WAJNMAN, S., OLIVEIRA, A.M.H.C., OLIVEIRA, E.L., Os idosos no mercado de trabalho: tendências e consequências in Camarano, A.A. (org.), Os novos idosos brasileiros, muito além dos 60?, Rio de Janeiro, Ipea, 2004.
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DISCIPLINAS ESPECÍFICAS

LINHA DE PESQUISA

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE

Educação e saúde

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Análise da educação e da saúde como expressões da dinâmica social em sua perspectiva econômica, política, cultural. Organização Social e História; Sociedade: materialidade, pensamento e movimento; A educação na pós-modernidade e na sociedade brasileira; A função da Educação; A educação como projeto político ou como opção individual; Os processos educacionais formais e informais; Os limites educacionais históricos e ideológicos; As teorias pedagógicas e o mundo do trabalho; A saúde como projeto politico ou como opção individual; Parâmetros para a crítica da violência na sociedade e na escola; Critérios para análise da sexualização infantil; A (im)possibilidade de controlar a obesidade mundo de consumidores.

Referências Bibliográficas:

AQUINO, J. G. Sexualidade na escola. São Paulo: Summus, 1997.
BAUMAN, Z. A ética é possivel em um mundo de consumidores. Rio de Janeiro : Zahar, 2011.
BEANE, Allan. Proteja seu filho do bullying. Rio de Janeiro: Best Seller, 2010.
CASTRO, M.; ABRAMOVAY, M. Drogas nas escolas. São Paulo: Pitágoras, Brasília-DF, 2006. p. 125-132.
DEBARBIEUX, E.; BLAYA, C. (orgs.). Violência nas escolas e políticas públicas. Brasília/ DF: UNESCO, 2002.
DOS ANJOS, L. A. Obesidade e saúde pública. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2006.
LOMBARDI, J.C., SANFELICIE, J. L. (orgs). Liberalismo e educação em debate. Campinas, SP : Autores Associados, HISTEDBR, 2007.
NAGEL, Lizia Helena. Condições de educabilidade para uma nova sociedade: reflexões básicas. Revista Germinal: marxismo e educação em debate. Universidade Estadual de Londrina, Londrina: PR, 2010. ISSN 2175-5604.
NAGEL, Lizia Helena. Função social da escola: desafios e perspectivas. IN: CHAVES, M, SETOGUTI, R. I. VOLSI, M. E. F. (orgs.). A função social da escola: das políticas públicas às práticas pedagógicas. Maringá: Eduem, 2011. P. 17-33. ISBN 978- 85-7628-385-0
SEVERIANO, M. F. V. Narcisismo e publicidade : uma análise psicossocial dos ideiais do consumo na contemporaneidade. São Paulo : Annablume, 2001.
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Alimentação e atividade física para a promoção da saúde

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Infância e adolescência: aspectos físicos e biológicos; Amamentação; Ações educativas alimentares; Atividades Físicas e Promoção da Saúde na Infância e Adolescência. Fatores determinantes do comportamento alimentar. Educação em alimentação e nutrição.

Referências Bibliográficas:

BARBOSA, Vera Lúcia Perino. Prevenção da Obesidade na Infância e na Adolescência - Exercício, Nutrição e Psicologia 2. ed. São Paulo: Manole.
HIRSCHBRUCH, Márcia Daskal; CARVALHO, Juliana Ribeiro. Nutrição Esportiva 2. ed. São Paulo: Manole.
KAMEL, DILSON. Nutrição e atividade física. 2. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
RAMOS, Alexandre Trindade. Atividade física : diabéticos, gestantes, 3º idade, crianças, obesos. Rio de Janeiro: Sprint, 1997.
TIRAPEGUI, JULIO. Nutrição: Fundamentos e aspectos atuais. São Paulo: Editora Atheneu, 2003.
AKRÉ, J. (Ed.) Alimentação infantil: bases fisiológicas. 2. ed. Brasília: IBFAN ? Brasil/IS, 1997. 89 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. OPAS. Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Secretaria de Políticas de Saúde, OPAS ? Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 152 p.
GIUGLIANI, E. R. J.; VICTORA, C. G. Normas alimentares para crianças brasileiras menores de dois anos: embasamento científico. Brasília: OMS/OPAS, 1997. 77p.
ISSLER, H. Aleitamento materno no contexto atual. Rio de Janeiro: Sarvier, 2009.
MONTEIRO, J. P.; CAMELO JÚNIOR, J. S. (Coord.) Nutrição e metabolismo: caminhos da nutrição e terapia nutricional da concepção à adolescência. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. cap 5, 6, 7, 9, 10, 11, 22, 23.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Evidências científicas dos dez passos para o sucesso no aleitamento materno. Brasília: OPAS, 2001. p. 93 -101.
CARVALHO, M. R.; TAVARES, L.A. M. Amamentação: bases científicas 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
HELMAN, C. G. Cultura, saúde & doença. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. cap. 3.
FERNÁNDEZ, M. D.; SAÍNZ, A. G.; GARZÓN, M. J. C. Treinamento físico-desportivo e alimentação da infância à idade adulta. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.

Tecnologia na promoção da saúde

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Tecnologias na área da saúde: telemedicina, tecnologias assistivas. Internet na promoção da saúde: redes sociais, objetos de aprendizagem; Saúde 2.0: Mobilidade e Interatividade em Saúde.

Referências Bibliográficas:

Brasil. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Ciência e Tecnologia em Saúde / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. – Brasília : CONASS, 2007.
Bersch, R. Introdução à tecnologia assistiva. CEDI, RS, 2008. (Material Didático)
CIF1 - Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. OMS, 2003.
LoPresti, E.F. Assistive technology for cognitive rehabilitation: State of the art. Neuropsychological Rehabilitation, 2004, 14 (1/2), 5–39.
BRASIL. As tecnologias da informação e comunicação (TIC) no desenvolvimento profissional de trabalhadores do SUS/ organizado por Maria Angela Biancocini Trindade. São Paulo: Instituto de Saúde, 2011.
GARBIN, Helena Beatriz da Rocha; GUILAM, Maria Cristina Rodrigues and PEREIRA NETO, André Faria. Internet na promoção da saúde: um instrumento para o desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais. Physis [online]. 2012, vol.22, n.1, pp. 347-363.
GARBIN, Helena Beatriz da Rocha; PEREIRA NETO, André de Faria and GUILAM, Maria Cristina Rodrigues. A internet, o paciente expert e a prática médica: uma análise bibliográfica. Interface (Botucatu) [online]. 2008, vol.12, n.26, pp. 579-588.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. Objetos de aprendizagem: uma proposta de recurso pedagógico/Organização: Carmem Lúcia Prata, Anna Christina Aun de Azevedo Nascimento. – Brasília : MEC, SEED, 2007.
Site: http://saudeweb.com.br/
http://www.bancodesaude.com.br/
http://www.saudenainternet.com.br/portal/saude_inicio.php
http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/webeval/webeval_start.html

Tecnologias da informação e comunicação na educação

Carga Horária: 45
Créditos: 3

Ementa

Sentido Social das Tecnologias de Comunicação e Informação e da Educação. Mídia e Educação no século XXI: pano de fundo para o diálogo. As TIC´s e as epistemologias do ensinar e do aprender. Novas tecnologias e abordagens para o Ensino e a Aprendizagem. A promoção da Educação e da Comunicação para a Saúde. Novos contextos de promoção da saúde. Os meios de Comunicação como Tecnologias de Educação. Educação e Comunicação em rede.



DISCIPLINAS ELETIVAS

Fitoterápicos e promoção à saúde

Carga Horária: 30
Créditos: 2

Ementa

Fitoterápicos utilizados em programas de saúde. Cultivo, secagem e armazenamento de plantas medicinais. Hortas Comunitárias e manipulação de fitoterápicos.

Referências Bibliográficas:

The United States Pharmacopeia. 29. Rockville, MD, United States Pharmacopeia Convention, 2005.
European Pharmacopoeia, 5th ed, Strasbourg, Directorate for the Quality of Medicines of the Council of Europe (EDQM), 2005.
Bruneton J. Pharmacognosy, phytochemistry, medicinal plants. Paris, Lavoisier,1995.
The National Formulary 20th ed, 1st Suppl. Rockville, MD, The United States Pharmacopeia Convention, 2002.
Reynolds JEF, ed. Martindale: The extra pharmacopoeia, 13th ed. London, Pharmaceutical Press, 1993.
Periódicos da área disponíveis no PORTAL DA CAPES e do CESUMAR.

Economia da saúde

Carga Horária: 30
Créditos: 2

Ementa

ntrodução à economia da saúde. A demanda de serviços de saúde. A oferta de serviços de saúde. O mercado de serviços de saúde. O financiamento da saúde e a alocação de recursos. Saúde e desenvolvimento. Reformas do setor saúde: problemas e propostas.

Referências Bibliográficas:

ÁLVAREZ, J. S. Estudios de farmacoeconomía: ¿por qué, cómo, cuándo y para qué?. Revista de Medicina Familiar y Comunitaria, 11(3):147-155, 2001.
BIBLIOTECA Virtual em Saúde. DeCS – Descritores em Ciências da Saúde. Disponível em: < http://www.decs.bvs.br >. Acesso em 02 nov 2011.
CHING, H. Y. Manual de Custos de Instituições de Saúde, São Paulo: Atlas, 2001.
DÍAZ, N.F.; HERRERA, M.C. Farmacoeconomía: Evaluación de la eficiencia en los tratamientos farmacológicos. Rev Cubana Farm 2000; 34(1):63-9.
DOLAN, P. Output Measures and Valuation in Health in Drummond & McGuire (Eds), Economic Evaluation in Health Care: Merging Theory with Practice, Oxford University Press, 2001.
Drummond, M. F., Stoddart, G. L. e Torrance, G. W. Methods for the economic evaluation of health care programmes, Oxford Medical Publications, 1997.
FOLLLAND, S., GOODMAN C. A.; STANO, M. A. Economia da Saúde. 5ed. Porto Alegre. Artmed/Bookman, 2008.
FORMIGLI, V.L.A.; SILVA, L.M.V. Avaliação em Saúde: Limites e Perspectivas. Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, 10(1):80-91, jan/mar, 1994.
GUIMARÃES, H. P.; BARBOSA, L. M.; LARANJEIRA, L. N. ; AVEZUM, A. Estudos de farmacoeconomia e análises econômicas: conceitos básicos. Rev Bras Hipertens vol.14(4): 265-268, 2007
HERRERA, M. C. Farmacoeconomía. Eficiencia y uso racional de los medicamentos. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, 40(4):445-453, out-dez 2004.
KRAUSS, S. L. Avaliação Tecnológica em Saúde e Inclusão Social. Cad. Saúde Pública v.20 supl.2, Rio de Janeiro, 2004.
MCPAKE, B; KUMARAN, A. L. ; NORMAND, C. Health Economics: an international perspective. Routledge, New York 2003, 2ªed.
Ministério da Saúde - Glossário Temático Economia da Saúde
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/glossario_ecos1.pdf
Ministério da Saúde - Avaliação Econômica em Saúde: desafios para gestão no Sistema Único de Saúde. Brasília, 2008.
MUSGROVE P.; Health Economics in Development. World Bank, 2004.
NERO, C. D. O que é Economia da saúde. In: PIOLA, SËRGIO F. e VIANNA, S. M. Economia da Saúde Conceito e contribuições para a Gestão de Saúde.IPEA, Brasília, 2002.
PIOLA, S. F.; VIANNA, S. M. (org.). Economia da saúde: conceitos e contribuição para a gestão da saúde. 3ª ed. Brasília: IPEA, 2002.
SECOLI, S.R. et al. Farmacoeconomia: perspectiva emergente no processo de tomada de decisão. Ciência e Saúde Coletiva, 10(sup):287-296, 2005.
SEIDL, E.M.F.; ZANNON, C.M.L.C. Qualidade de vida e saúde: aspectos conceituais e metodológicos. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 20(2):580-588, mar-abr, 2004.
UGÁ, M. A. Instrumentos de Avaliação Econômica dos Serviços de Saúde: Alcances e Limitações. In: PIOLA, Sérgio F. e VIANNA, Solon M. Economia da Saúde: conceitos e contribuição para a gestão da saúde. IPEA, Brasília, 2002.
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Epidemiologia, bioestatística e meio ambiente

Carga Horária: 30
Créditos: 2

Ementa

Evolução do pensamento epidemiológico. Papel da epidemiologia na mensuração da saúde e da doença enquanto fenômeno coletivo. Estudo da frequência e distribuição dos eventos relacionados à saúde nas populações. Identificação das relações entre os múltiplos fatores predisponentes e protetores da saúde e da doença. Concepções de determinação e causalidade. Noções de risco utilizadas nas ciências da saúde. Principais medidas: incidência e prevalência, risco e razões, taxas, coeficientes e índices. Aferição do nível de saúde de populações. Estimação de qualidade de vida, condições de vida e as relações entre alguns indicadores socioeconômicos, demográficos e a situação de saúde das populações. Contribuições da epidemiologia no campo da saúde e meio ambiente. Influência dos fatores ambientais. Impacto de medidas de intervenção sobre o meio ambiente na saúde de populações.

Referências Bibliográficas:

ARMITAGE P, BERRY G, MATTHEWS J.N.S. Statistical methods in medical research. 4a. Ed. London: Blackwell Publishers, 2005.
BAILEY, Colin; CANN, Michael. Chemistry of the environment. 2ª ed. Editora: ACADEMIC PRESS, 2002.
BERQUÓ E.S, SOUZA J.M.P; GOTLIEB S.L.D. Bioestatística. 2ª. Ed. São Paulo: EPU, 2001.
Callegari-Jacques, SM. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2006.
COUPER M.P, LEPKOWSKI, J,M, SINGER E, TOURANGEAU R, FOWLER F.J, GROVES R.M. Survey Methodology. 1a. Ed. Wiley-Interscience,2004.
FLETCHER R.H, FLETCHER S.W, WAGNER E.H. Epidemiologia clínica. 3ª. Ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
KIRKWOOD B.R, Sterne J.A.C. Essential medical statistics. 2a. Ed. Massachusetts: Blackwell Science, 2003.
MASSAD, E, Menezes RX, Silveira PSP, Ortega NRS. Métodos quantitativos em Medicina. São Paulo: Manole, 2005.
MEDRONHO R (Org). Epidemiologia. 1ª. Ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
MEDRONHO, R.A. et al. Epidemiologia e Saúde. Ed. Atheneu, São Paulo, 2002.
Pereira JCR. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as ciências da saúde, humanas e sociais. São Paulo: Edusp, 2004.
Pereira, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro; Guanabara koogan; 1995. 583p.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. Editora: Oficina de Textos, 2006.
SETHI D, HABIBULA S, MCGEE K, PEDEN M, BENNETT S, HYDER AA, KLEVENS J, ODERO W, SURIYAWONGPAISAL P. Guidelines for Conducting Community Surveys on Injuries and Violence. 1ª. Geneva: World Health organization, 2004.
SZKLO M, JAVIER NETO F. Epidemiology. Beyond the basics. Maryland: Jones & Bartlett Publishers, 1999.
VANLOON, Gary W. Environmental chemistry: a global perspective. 2ª ed. Editora: Oxford (ELT).
VAUGHAN JP, MORROW RH. Epidemiologia para municípios: manual para gerenciamento dos distritos sanitários. 3ª. Ed. São Paulo: Hucitec, 2002.
VIEIRA, SM. Bioestatística: tópicos avançados. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
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Bioestatística aplicada

Carga Horária: 30
Créditos: 2

Ementa

Princípios da análise estatística: descritiva e inferencial. Planejamento e realização de análise de pesquisas. Conteúdo programático: Objetivos da estatística; Conhecimentos básicos; Planejamento prévio da pesquisa; Variáveis e Técnicas de amostragem; Significância estatística; Organização dos dados – montagem de tabelas e gráficos; Distribuição normal e não normal; Escolha correta do teste estatístico; Testes de normalidade e homogeneidade; Dados dependentes e independentes; Testes estatísticos paramétricos; Testes estatísticos não paramétricos; Testes de correlação; Interpretação dos resultados dos testes; Utilização do programa SPSS. As aulas práticas serão desenvolvidas nos laboratórios de informática do CESUMAR, com o auxílio do programa SPSS - Statistical Package for the Social Sciences. Programa SPSS:Com o SPSS é possível criar, definir, modificar e realizar cruzamentos de variáveis; gerar os mais diversos tipos gráficos; verificar a existência de associações e/ou correlações entre variáveis, executar análises de variância, análise fatorial e análise de correspondência, testes não-paramétricos, regressão linear, análise de cluster, séries temporais, análise de sobrevivência, análise de dados faltantes e muito mais.

Referências Bibliográficas:

ARANGO, Héctor Gustavo. Bioestatística: teórica e computacional: com bancos de dados reais em disco. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 438 p.
FIELD, A. Descobrindo a estatística usando o SPSS. Porto Alegre: Artmed, 2009.
FRANCISCA, R. D.; LOPEZ, J. B. Bioestática. São Paulo: Cengage Leanirng, 2012.
HULLEY, SB et al. Delineando a pesquisa clínica. Uma abordagem epidemiológica. Artmed, 2003.
JERROLD, Z. Biostatistical analysis. 5 ed. Pearson International edition. 2009.
MOTULSKY H. Intuitive Biostatistcs. Oxford University Press, 1995.
OLIVEIRA, F. E. M. Spss Básico para Análise de Dados. Ciencia Moderna, 2009.
SIDIA M, CALLEGARI-JACQUES. Bioestatística. Princípios e Aplicações. Artmed, 2003.